Dia de amar não é todo dia? | #maisamorporfavor

   Junho chegou e com ele vem, inevitavelmente, o dia dos namorados. Dia de trocar presentes, afetos, carinhos. Dia de sair, de rir, de relembrar os bons momentos. Dia de escrever cartas, dar as mãos, sonhar com o futuro, fazer planos. Dia de pensar sobre o que foi feito, o que mudou, de viver o sentimento. Dia de amar?
   Amor... Uma palavra tão pequena, uma abstração gigante. Que é um sentimento desses que fogem às palavras, ok, todos sabemos. Explicar é tão difícil... Talvez por isso, a banalização seja tão grande. Somos seres de instantes, uma geração de curtos momentos. O que era a poucos segundos, agora já pode ser atualizado, renovado, melhorado. Infelizmente, as relações acabaram sofrendo upgrades também. Como acontece com alguns softwares, essa atualização acabou bagunçado tudo
   Não é segredo pra ninguém que o dia dos namorados é uma jogada de marketing, criada para movimentar o comércio e aumentar o número de vendas, incentivar que mostremos o nosso amor através de presentes, bens materiais, sempre frisando que tais atos são os reais demonstrativos do que se passa no coração e na cabeça. 
   Pois bem, não é o que eu acho.
   Presentear, sair para jantar, andar de mãos dadas, escrever cartas... Por que não todos os dias? Por que não sem data definida? Por que não ontem, mês que vem ou no próximo domingo? Por que dia doze? Por que nos tornamos reféns da data? Somos criadores de imagem, sempre mais preocupados em passá-la e mantê-la do que em realmente viver em nome do que representamos. De uns tempos pra cá, declarações nas redes sociais são cada vez mais comuns. Textos gigantes em dias específicos, como que apenas para mostrar ao mundo a felicidade que nos rodeia, que nos cerca, que nos consome, quando muitas vezes é tudo apenas isso: imagem. Por quê? 
   Sinto, honestamente, que o dia dos namorados e a celebração do amor já foram muito mais sinceras - quando corações batiam em falso e as mãos suavam, sem que fossem necessárias demonstrações grandiosas, exuberantes. O amor já foi tão mais simples, tão mais humilde... E, arrisco dizer, mais bonito. Mais bonito porque a única intenção, a única preocupação era amar. Amar por vontade de sentir; amar para contagiar; amar por querer perto; amar por não caber em si mesmo.
   E a grande verdade é que amor é só isso (ou tudo isso?): algo tão intimidador, grandioso e inexplicável que não cabe no peito. Um baita clichê, do qual é impossível fugir. Amor é entrega, é aceitação, é aprendizado; é saber que não existe perfeição e abraçar a ideia com graça e sutileza, não por obrigação, mas por vontade. Amor, ao contrário do que presumem as grandes massas, não quer dizer sorrisos de orelha a orelha todas as horas de todos os dias, mas sim querer que todos os dias sejam assim só por estar com quem se ama.
   Amor não é da boca para fora. Não dá pra sentir e fingir que não, assim como não dá pra não sentir e dizer que sim. Amor transcende. Por isso, nesse dia dos namorados, antes de presentes e grandes demonstrações, procure lembrar de todas as razões que fazem de ti um(a) apaixonado(a). O que exatamente foi que te cativou a querer estar junto? A querer compartilhar? O que te inspira a respeito de quem está contigo? Por que é que, entre tantas pessoas nesse mundo, foi essa a que tu escolheu para dividir a vida e o cotidiano? A gente faz do amor um bicho de sete cabeças, quando na verdade ele está escondido nas pequenas coisas, nos pequenos detalhes, nas coisas que quase passam despercebidas. A gente não ama alguém pelos presentes que ela nos dá, ou pelos lugares aos quais ela nos leva. A gente ama alguém pelo modo como ela nos olha, pelo modo como nos faz sentir, pelo modo como ela nos faz querer ser melhores. 
   Que nesse dia dos namorados lembremos disso acima de tudo, porque antes de ser o dia da troca de presentes, dia doze é dia de amar com tudo que se pode. Felizes dos casais que conseguem viver esse sentimento com tamanha plenitude.

Jella 
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Primeiras impressões sobre ser universitária

   Oi, oi gente linda, tudo bem?
   Dia 13 de maio e cá estou eu, pós primeiros meses de faculdade, com mais coisas pra fazer do que presumia. É, se tem uma coisa que você definitivamente não vai encontrar por aqui é facilidade. É um clichê imenso dizer que vestibular é fácil perto de tudo que será aprendido e cobrado na faculdade, mas vou me permitir usá-lo porque é a melhor forma de descrever quão intensa é a rotina de um universitário. Você aí que estuda meses a fio, dedicado e confiante, sempre tentando absorver o máximo dos livros e professores para tirar a melhor nota possível no ENEM, bem, encare isso como fase preparatória para maratonas da universidade.
   Para mim o início foi maravilhoso. Como já contei aqui no blog em posts anteriores, meu primeiro ano de faculdade começou, na verdade, em 2014, quando resolvi usar a nota obtida para ingressar em um curso que parecia ter a ver comigo, mas que não era o que eu queria. Como também já contei por aqui, a decepção foi gigantesca: não me encontrei dentro do que estava estudando e não sentia a mínima vontade de assistir as aulas. "Tu só te sentiu assim, porque escolheu uma coisa que não era o que queria de verdade", sim, é verdade, mas na época não parecia óbvio que eu me sentiria dessa forma; inclusive eu tinha quase certeza de que quando começasse a cursar, amaria. Apesar de ter esse pensamento em mente, não, eu não amei. Acabei abandonando na metade do segundo semestre e por isso estava bem apreensiva quanto ao início este ano. Como já disse ali em cima, entretanto - e graças a Deus, foi incrível de todas as formas possíveis.
   O curso é relativamente novo na universidade onde estudo, o que quer dizer que assim como nós, coordenadores e professores ainda estão aprendendo a lidar com ele. Muitas são as pessoas a ver desvantagem nisso, mas eu acho que antes de tudo essa situação é uma oportunidade; oportunidade de construir bases cognitivas e estruturais sólidas de modo a fazer do curso bom desde o começo
   Quanto a cadeiras, tenho apenas seis neste primeiro semestre - o que pode parecer pouco se comparado ao ensino médio onde tínhamos, pelo menos, treze matérias, mas não se engane: um número de cadeiras muito além desse e certamente não há como respirar além do seu tempo de estudos. Tudo começou bem, mas descobri logo nas primeiras semanas que tive uma base um pouco defasada (principalmente em Matemática, o que quer dizer, basicamente, que estou sofrendo com Cálculo) e também que, apesar de ter poucas provas no semestre, somando-as todas eu tenho bem é uma bola de neve. Acredite quando digo que não é exagero. Como meu curso é parte da área da saúde, tenho duas cadeiras dentro desse universo, como forma de introdução: Anatomia e Biofísica; de exatas tenho apenas Cálculo, como já mencionei, mas que já é quase uma overdose de números (quantas listas de exercício, senhor!); as outras três são introdutórias e interdisciplinares: Redação Acadêmica, Introdução À Física Médica e Leitura e Interpretação em Língua Inglesa I. 
   Quanto aos meus colegas, bem, eu não poderia estar mais contente (de verdade). Somos uma turma de trinta, por enquanto (e quando digo por enquanto não é na tentativa de ser pessimista, só retrato que a evasão para cursos universitários é alta, e em exatas costuma piorar) e são todos incríveis. Muitos adjetivos positivos para um único post, não? É só a inevitável verdade. Quanto a coordenação, bem, há claras intenções de fazer com que os alunos se sintam confortáveis e sempre portas abertas para escutar possíveis problemas e sugestões. 
   Para evitar que esse post fique enorme - ou bem maior do que já está - vou parando minhas descrições por aqui. Há tanto a falar e tantos mais adjetivos a agregar que, bem provavelmente, pareceria uma boba no fim das contas (mas amor é assim mesmo). Tanto o curso quanto a universidade apareceram para mim em um momento em que eu estava desconfiada de muita coisa - incluindo minha capacidade - e foram acolhedores e surpreendentes de todas as formas imagináveis. É como diz minha mãe: Deus escreve certo por linhas tortas. No momento em que minha vida estava um caos absurdo e eu já nem sabia mais qual direção tomar, a solução apareceu na alternativa mais inesperada de todas e eu agradeço demais por ter aceitado a oportunidade. Falo seríssimo quando digo que, após anos de incerteza, finalmente me encontrei na vida. Eu realmente não poderia estar mais feliz quanto à escolha que fiz e espero, do fundo do meu coração, que esse momento chegue pra ti também, que agora lê esse post. Espero de verdade que as portas se abram e as ideias clareiem, trazendo pra ti a mesma felicidade exorbitante e certeza que sinto agora. Que seja pra ti tão intenso e maravilhoso quanto tem sido pra mim, porque essa é a parte mais importante: fazer o que quer que você faça com amor.

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Dia das mães e as razões pelas quais eu não poderia deixar de ser (realmente) filha da mãe que tenho

   O dia das mães acaba de acabar. 
   Duas horinhas atrás era o dia dela: da pessoa que te assiste desde os primeiros passos, primeiras palavras primeiros gestos e tentativas de comunicação e entendimento desse mundo doido. Duas horinhas atrás era dia de celebrar a importância e essencialidade dessa mulher na vida de cada um de nós. Duas horinhas atrás era o dia de entregar presentes, mimar e agradecer. Duas horinhas atrás era dia da pessoa mais importante na vida de qualquer ser humano.
   Não sei como é ser mãe (ainda sou nova demais para tal feito), mas imagino que não deva ser fácil. Educar, entender e aturar - sim, aturar, porque só nós sabemos quanto conseguimos ser pouco tolerantes (por vezes insuportáveis) com elas - uma pessoa completamente dependente de ti e dos teus ensinamentos... Uma responsabilidade e tanto! 
   Minha mãe, por sua vez, sabe bem como é ser filha. Já foi um dia uma com a minha idade, hoje é outra - mais madura e consciente. Apesar das diferenças entre meu tempo como filha e o dela, ainda assim há muito em comum entre nós - mais até do que (principalmente quando brigamos) queremos admitir. Como confirmam os ditados populares por aí: filho de peixe, peixinho é; e, bem, eu não poderia deixar de ser filha da minha mãe.
   Somos ambas de um nível de teimosia que, como se pode imaginar, acaba sempre em concordância, admiração ou guerra. Somos ambas tão sonhadoras que, como é de se esperar, há sempre algo mais a conquistar. Somos ambas de gostos tão parecidos e peculiares que, como se deve acreditar, muitas vezes não sabemos se desgostamos tanto porque realmente não agrada, ou porque agrada demais. Somos ambas um misto bem doido de coisas uma da outra. Isso, claro, sem mencionar as semelhanças físicas... Essa lista conta com sardas, cabelos rebeldes, boca grande, olhos pequenos, bochechas salientes, nariz arrebitado e por aí vai (se realmente enumerar todas elas, falta espaço e característica).
   Como mãe, há muito nela que não vejo em mim - e acredite você - gostaria de ser. Determinação, sinceridade e perspectiva são algumas delas. Quem dera um dia eu ser tal qual ela. Em dado momento da vida, passados os anos de dependência da infância e os de rebeldia da adolescência chega, sorrateiramente, a época em que não há como se olhar no espelho sem ver traços dela, não há como não encontrar semelhanças cotidianas nos gostos, atitudes e trejeitos, não há como não desejar um abraço e um beijo de boa noite. A gente cresce e, embora busque por independência e caminhos próprios, acaba se tornando mais necessitado ainda dos afagos e afetos da mãe que nos criou, ama e com quem tanto divergimos.
   Ah, as divergências! Obviamente que nem tudo são flores. Convivência é sempre complicada, não importa quem seja a pessoa com quem se convive: por que com as mães seria diferente? Todos os dias, de todas as semanas, de todos os meses, de todos os anos... É muito tempo convivendo! Brigamos (e como brigamos!): eu e minha mãe vivemos mais em pé de guerra que em tempos de paz e por mais louco que isso seja - e por pior que pareça - funcionamos assim. Somos seres de opiniões tão fortes e tão convictas do que pensamos que, inevitavelmente, há discussão e desencontro de ideias. Diversas são as situações que levam a isso - personalidades fortes, opiniões contrastantes, mau entendidos, uma visão diferente de mundo -, mas não me importo. Gosto de discutir com quem sabe argumentar e minha mãe é dessas. A verdade é que com uma tarefa tão árdua quanto tornar alguém um ser humano decente, em meio a essa realidade caótica, eu não acho errado que ela brigue comigo e tente mostrar outras formas de fazer das coisas, certas. Admiro o fato, de mesmo com tantas desavenças, nunca desistir de mim.
   Minha mãe foi - e é - desde que me conheço por gente pai e mãe. Sempre colocando os filhos e suas necessidades acima das suas próprias, sempre fazendo o máximo possível - por vezes mais que isso - para que não falte nada, não existam problemas ou situações desconfortáveis. Minha mãe é uma daquelas que quer saber onde vai, com quem e quando volta: tim tim por tim tim. Minha mãe é daquelas que não suporta que os filhos sejam levianos ou mal educados. Minha mãe é daquelas que - mesmo com seu mundo despedaçando - ainda consegue oferecer um conselho sábio e objetivo e um colo nas situações de maior fragilidade. 
   Só tenho a dizer, após toda essa introdução, que sou grata por ter a mãe que tenho - e sim, muito apaixonada por ela (paixão dessas de amores arrebatadores). Há religiões que acreditam que antes de nascer somos nós os responsáveis por escolher as mães que nos carregarão e educarão nessa terra; uma escolha arbitrária e pessoal. Devo dizer que nunca na vida achei que tivesse tão bom gosto. É como mencionei ali em cima: se um dia eu for metade da mãe e mulher que a minha é, bem, serei realizada como pessoa.

Beijos,









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A libertadora sensação de passar no vestibular

   Minha vez chegou, queridos leitores. MINHA VEZ CHEGOU, BIXO FÍSICA MÉDICA 2015! ♥ (devo admitir que não me canso de escrever/dizer/ler essas três palavrinhas: muito amor, gente, muito amor)
   Bem, chegou a minha vez - como vocês puderem ler em letras garrafais ali em cima, rs - finalmente, diga-se de passagem.
   No final do ano passado eu estava bem chateada e temerosa diante da possibilidade de ter de enfrentar mais um longo ano de estudos até o vestibular seguinte, acreditando que não seria dessa vez a chegada da minha aprovação. E acreditei tanto nisso, que procurei cursinhos e modos de me preparar melhor dessa vez. Vou ser sincera com você - e comigo: sempre tive na cabeça que fazer um ano de cursinho seria como rodar um ano no colégio (um tanto quanto frustrante) e ter de considerar como possibilidade passar um ano fazendo isso era tortura pra mim. Não, não julgo quem escolhe ter um preparo mais aprimorado e opta pelos cursinhos pré-vestibular, só não era uma coisa que eu queria pra mim, sabe? Parecia tempo perdido, atraso no meu calendário anual...
   Para você que chegou a esse post por acaso e ainda não conhece meus monólogos sobre futuro e afins, concluí o ensino médio em 2013 e estou sendo sincera quando digo que não entrar na faculdade para o curso que queria logo de cara foi bem decepcionante. Decepcionante, mas justo, devo dizer. Eu não estava preparada para o vestibular como deveria. O fato de não ter conseguido de imediato, fechou inúmeras portas pra mim - portas essas que, analisando agora, fui eu mesma a responsável por trancar. Acabei entrando em um curso que não era a minha primeira opção apenas para não ficar parada e perder a oportunidade de começar alguma coisa e dar um rumo a um ano que, na minha cabeça, já começara perdido - eu sei, eu sei, tenho que ser mais otimista.
   Como também já contei por aqui, tal decisão acarretou na minha desistência do curso e saída da faculdade. Comecei a trabalhar e paguei um intensivo pré-ENEM para ver se me saia melhor. Tinha aulas todos os sábados por três meses, o que foi maravilhoso (aí você vai se perguntar: mas não era tu mesma quem estava dizendo que cursinho te soa como perda de tempo? Sim, e realmente soa, mas um curso de dez encontros, aos sábados é mais como um reforço do que como curso presencial cotidiano e obrigatório). Devo admitir que encarei as provas com muito mais confiança esse ano.
   Não rolou logo de cara, devo dizer e nem para o que eu queria inicialmente. Sou meio teimosa (leia-se muuuito) e acreditava que apenas um caminho poderia me levar a ter um futuro e renome na carreira: federal do estado. O aumento da concorrência e conhecimento de outros cursos me levaram a ver que há muito mais por aí que eu posso explorar. Acabei me encantando por um curso da área que quero que faz um mix de todas as matérias que amava no colegial e, pasmem, ele não é oferecido pela federal do meu estado. No fim das contas, tive que escolher e, honestamente, não me arrependo nem por um segundo.
   Hoje, quatro dias depois de descobrir que sou a nova caloura da federal da minha cidade, não poderia estar mais feliz: me sinto realizada como pessoa e boa sonhadora e, sem dúvidas, mais leve. Tudo deu certo como tinha que dar.
   Com esse texto, tudo que quero é passar a você, que lê, a seguinte mensagem: não enlouqueça. Ano passado, dia quinze de fevereiro eu estava doida com a possibilidade de não ter possibilidades; desapontada comigo mesma e estressada com tudo. Hoje, depois de passar por tudo isso de novo, percebo que algumas coisas na vida são inevitáveis - e que, bem como diz o dito popular, quando não é pra ser, não vai ser e ponto. Antes de perder a cabeça e ter reações exageradas, que mais vão te prejudicar que qualquer outra coisa, respire fundo e dê uma chance a todas as opções, sem excluir nenhuma; se dê ao luxo de escolher o que te soa melhor, mais correto e real, porque no final das contas é apenas você contra você mesmo. Reflita bastante e estabeleça prioridades. Só assim será possível decidir entre o que é certo fazer, o que é fácil fazer e o que você não deve fazer.










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Dica: caderno de organização

Oi, oi gente linda, tudo bom?
A dica de hoje é pra ajudar você a organizar melhor a sua vida (desde agora, aproveitando que o ano recém começou).
Não sei como funciona pra vocês, mas eu sou uma pessoa extremamente desorganizada. Se não anotar, esqueço até meu nome (mencionei que também sei exagerar? haha). Vi essa ideia lá no canal da Fran Guarnieri, a dona do blog Morando Sozinha, e achei incrível. Estava precisando mudar algumas coisas e começar com uma ideia tão simples poderia ser uma boa.
É como a própria Fran diz no vídeo: organização tem que ser simples e natural, se for algo revolucionário, que mude completamente sua vida e rotina, nunca vai dar certo. Você vai seguir por umas semanas empolgada e logo vai desanimar. Portanto, quanto mais simples for a sua ideia pra organizar, maiores são as chances de ela realmente funcionar.
Se você prefere manter seus dados e afazeres armazenados no computador, smartphone ou tablet, em breve haverá um post especial pra organizar a sua vida. Se esse não for o caso e você ainda preferir manter suas anotações à moda antiga, com papel e caneta, esta dica vai cair como uma luva.
Pois bem, chega de blá blá blá e vamos logo ao que interessa: do que eu preciso para fazer o meu caderno de organização?
Simples! Tudo de que você vai precisar é um caderno, caderneta ou afins (o ideal é que seja de um tamanho que caiba na sua bolsa, para que esteja sempre por perto), canetas coloridas e papel estampado

E o passo a passo?
Primeiramente, escolha áreas da sua vida em que precisa se organizar. Estuda? Trabalha? Tem um blog? Enumere-as. Além delas, é sempre bom que você tenha um espaço para registrar os seus afazeres do outro dia, por exemplo: precisa ir ao Centro da cidade trocar uma blusa? Anote nesse espacinho inicial - que eu chamei "inbox". Depois disso, separe a quantidade de folhas que deseja para cada área escolhida. Separe um papel colorido para cada uma e cole sobre a folha que dará início à área.

Para finalizar, basta fazer recortes retangulares com os pedaços de papel restantes e retângulos menores em papel branco. Cole estampas diferentes uma sobre as outras para dar um efeito mais legal. Escreva o nome da área da sua vida no espaço em branco e voilá, pronto pra usar!

Caso você não queira decorar as páginas iniciais de cada área inteiras, há duas outras possibilidades: decorar apenas o cabeçalho (basta seguir o passo final: faça retângulos de diferentes estampas, cole sobre eles pedaços retangulares de folha branca, escreva a área da sia vida e cole rente à parte superior da página) ou usar abinhas na lateral, para identificar (caso não encontre-as para vender avulsas nas papelarias, basta comprar divisórias transparentes de fichário - como essas - e cortar as abinhas onde normalmente colocamos os nomes das matérias; para fixar no caderno, use durex).

Espero que tenham gostado!

Beijos,       
 






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Metas para 2015


Oi, oi gente linda, tudo bom?
Uma vez que a retrospectiva já está aqui no blog, nada mais justo do que compartilhar as minhas metas para esse ano que acabou de entrar, certo? Pois bem, o post hoje é sobre isso: todas as coisas que quero realizar até o final de 2015. Para quem acompanha o blog, vai perceber que muitas das metas que estabeleci para esse ano estão lá na minha lista das 101 coisas para fazer em 1001 dias, mas é inevitável: todos os itens que constam lá são de extrema importância pra mim e quero muito realizar.

01. Conquistar uma vaga na federal do meu estado
Uma meta e tanto. Ela já está no meu 101 em 1001, mas não poderia deixar de entrar aqui. Não vejo a hora de começar de verdade essa etapa da minha vida! #vaiquedá

02. Ler 52 livros
Sim, 52. Um livro por semana em 2015, para compensar os tantos que não li ano passado. Sempre fui uma leitora assídua, dessas que acha lindo ter os exemplares exibidos na estante, mas de uns tempos pra cá, deixei o hábito de lado e li muito pouco. Como escrevo muito, ler é primordial. Hora de retomar o hábito! Se você quiser acompanhar as leituras, com comentários e a lista completa (enquanto ela vai se formando), basta clicar aqui e você será redirecionado ao Skoob, uma rede social onde leitores podem adicionar livros que já leram, aqueles que querem ler, comentários, resenhas, recados e afins. Conforme leio, vou deixando o nome dos livros aqui embaixo, para que vocês possam acompanhar. Fiquem de olho! Aqueles que mais gostar, ou que gostar menos, faço resenha e comentários aqui no blog mesmo pra contar mais.
Antes de Dormir, de S. J. Watson.
Quem é você, Alasca?, de John Green.
Procura-se um marido, Carina Rissi.
Caiu do céu, Heidi W. Durrow.
Como eu era antes de você, Jojo Moyes.Deslembrança, Cat Patrick.
O leitor, Bernhard Schlink.
Garota, interrompida, Susanna Kaysen.
O oceano no fim do caminho, Neil Gaiman.

03. Fazer o curso de costura
Isso é quase uma emergência. Sabe quando você tem muitas ideias na cabeça, mas não os meios para produzi-las? Gente, é frustrante! Ok, há inúmeros tutoriais no YouTube, mas um curso oferece toda a base necessária e complementos importantes. A um ano que quero e dessa vez vai.

04. Aprender a tocar violão
Meu irmão, como bom aluno que é (e como ser muito mais paciente que sabe ser), tem aprendido com video aulas e está tocando super bem. Hora de repassar os conhecimentos, haha.

05. Economizar dinheiro
Porque sim. Preciso aprender a administrar melhor meu dinheiro, evitando gastos desnecessários. Já passou da hora de ter economias no banco, dona Jéssica!

06. Fazer trabalho voluntário
Essa é uma meta minha e do meu irmão. Há algum tempo já queremos fazer trabalho voluntário juntos. Ele faz parte de um Grupo de Jovens e como nas reuniões incentivam muito esses projetos sociais, eles está super animado.

07. Academia e reeducação alimentar pra já!
Sem dúvidas esse ano eu saio do sedentarismo. Estou doida pra voltar para academia (comecei ano passado super empolgada e desanimei no meio do caminho) e levar a sério dessa vez. Sempre digo que quero emagrecer, ser mais saudável, mudar meus hábitos e fico só nisso, só falo. Hora de fazer diferente!

08. Praticar algum tipo de luta ou dança
Tá que muitas das minhas metas envolvem tempo e dedicação além do que eu possivelmente terei disponível, mas de qualquer forma este ano, em algum momento, quero praticar algum tipo de luta, ou aprender a dançar algum estilo. Sou super curiosa por ambos e acho que vai ser incrível!

09. Ser mais organizada
Essa é uma daquelas metas que sempre prometemos cumprir no início do ano, mas que no final das contas vira mais uma das que adiamos. Esse ano não, juro! Sou bem bagunceira e desorganizada, o que me prejudica demais. Portanto, estou pesquisando esquemas e truques que funcionem comigo para me organizar melhor (cena dos próximos capítulos, haha).

10. Terminar a decoração do quarto
Esse é crucial. Já estou be pertinho do fim, mas como já contei aqui no blog, transformar um passo em meta torna ele mais realizável, rs.

11. Tirar a carteira de motorista
Essa é uma meta de urgência. Sejamos honestos: saber dirigir é uma mão na roda, facilita a vida em mil vezes. Aqui em casa seria maravilhoso! Não moramos longe do Centro, mas depender do transporte público pode ser complicado. Claro que dirigir não basta: ter um carro, sim. Porém, uma coisa de cada vez.

12. Conhecer o Beto Carrero
Beto Carrero World é um parque super famoso no sul do país e eu estou super curiosa para conhecer. Espero que a oportunidade venha ainda esse ano (dedos cruzados).

13. Reclamar menos
Se eu for parar pra contar o número de coisas (bobas, na maioria das vezes) das quais reclamo, perco as contas nas primeiras horas do dia. Sim, sou muito reclamona. Faço caras feias com mais frequência do que necessário e me cobro demais, o que me deixa estressada de vez em sempre. Portanto, minha meta pra 2015 é, antes de qualquer outra coisa, aprender a ver o lado bom antes de sair por aí dizendo que tudo é uma droga. Tem tanta coisa tão mais legal pra se ver do que só a parte ruim...

14. Escrever mais
Sou apaixonada por palavras: pelo som, melodia e poesia por trás delas. Escrevo desde que me conheço por gente - esses textos grandes que a gente nem tem muita paciência pra ler - e amo. Nos últimos meses deixei essa paixão meio de lado, mas tá na hora de voltar. Pra dar uma mãozinha, ganhei uma máquina de escrever (maravilhosa, linda e apaixonante), então só falta disposição minha mesmo, rs.

15. Agradecer mais
Tanta coisa boa acontece diariamente, né? Mesmo nos dias em que tudo parece estar dando errado, sempre acontece alguma coisa que nos faz sorrir; é a essas coisas que me refiro quando digo que quero ser mais agradecida, porque sem dúvidas tenho muito mais razões para estar bem do que para estar mal e, diante disso, só me resta agradecer.

Bem, é isso. Claro que durante o ano acabamos realizando muito mais coisas das quais nos orgulhamos, mas essas são as minhas metas mais urgentes e decisivas, por assim dizer, para 2015. No final do ano volto e conto se consegui tirá-las da internet e realizá-las na vida real

 Beijos,       
 



                                                                                                   





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Retrospectiva 2014

Oi, oi gente linda, tudo bom?
Antes de mais nada queria desejar um Feliz Ano Novo a todos: que 2015 seja iluminado e repleto de realizações, saúde e muito amor. ♥ Como hoje já é dia 12 de janeiro, resolvi fazer uma breve retrospectiva de 2014 (como janeiro está passando rápido!), contando as coisas mais legais que fiz ano passado.

Quarto
Reformei o meu quarto. Inteiramente. E, apesar de já ter passado um ano inteiro, ainda não acredito, rs. Nos meses finais de 2013 decidi que queria trocar os móveis do meu quarto, porque eles já não me representavam mais. Gosto de redecorar e poder fazer isso com o meu quarto foi incrível. Vendi os móveis que tinha e, com o dinheiro, comprei novos. Minha avó e minha mãe apoiaram desde os primeiros segundos, tentando captar o que eu queria fazer, sempre dando opiniões de como otimizar o espaço. Queria um lugar que fosse a minha cara, o que quer dizer muito diy. Os nichos nas paredes foram feitos a partir de móveis antigos, a aplicação de tecido, a customização dos móveis, a cortina... Tudo! A decoração ainda não está terminada, mas em breve estará (e mal posso esperar para vê-lo pronto).

Faculdade
Em fevereiro de 2014 comecei a frequentar uma universidade. Esse passo maravilhoso só foi possível graças a uma falha minha: como não passei no vestibular da federal do meu estado, escolhi um curso na federal da cidade onde moro. Para ser sincera, não me identifiquei com o curso, mas a experiência em si foi maravilhosa. Descobri como funciona a rotina, os horários, o modo mais correto de organizar os estudos, programas de extensão, além de todas as possibilidades e portas que se abrem quando entramos nesse mundo de universitários. Foi incrível! Tranquei a matrícula, porque o curso não era o que queria pra mim, mas ter vivido um pouco dessa loucura só me deu mais vontade de entrar de vez no curso que escolhi. ♥

Blog
Criei um blog (como vocês já devem ter percebido, rs). Há alguns anos já sou metida em relação a redes sociais e blogs em geral. Meu primeiro blog foi criado quando eu tinha 12 anos e durou algumas poucas semanas. Tive mais dois blogs depois disso até descobrir o Blogger. Fiz um tumblr, (que foi excluído depois de uma invasão hacker, em 2011) e depois outro, que dura até hoje e atualizo de vez em quando. A verdade é que nunca fui muito persistente. Vontade nunca me faltou, mas dava uma preguiça, batia uma incerteza, não sabia se realmente valeria a pena. Finalmente decidi que não custava nada: se fosse pra frente, bem, ótimo. Se não, eu teria tentado. E só tenho a agradecer por ter tomado essa decisão. Não, eu não atualizo todos os dias, mas é incrível ver o número de visualizações crescendo e pessoas acompanhando. É maravilhoso! Além de um espaço para expressar o que sinto, ver que outras pessoas curtem o que posto é demais!

Trabalho
Sim! Eu comecei a trabalhar! Ok que não foi no melhor emprego do mundo, mas foi o meu primeiro emprego, sabe? Ganhei meu próprio dinheiro por méritos meus, pela primeira vez na vida. É uma experiência incomparável! Logo de cara foi meio complicado aprender a administrá-lo (admito que fiquei deslumbrada, haha), mas depois fui aprendendo. É gratificante ter dinheiro em mãos e a certeza de que é tudo fruto do seu suor e do quanto se esforçou por aquilo.

18tão
Os incríveis 18 anos! Chegaram pra mim, yaaaay. Passei um dia super divertido com as pessoas que mais amo nesse mundo. Comi comidas boas, ganhei presentes incríveis e pude celebrar um pouquinho mais um ano de vida. Sendo sincera, não muda muito. Ter 18 anos me permite tirar a carteira, beber e entrar em festas que não podia antes. Basicamente é isso. Não sou uma pessoa que curte festas de produtoras (sou mais do tipo que gosta de ir a um boteco, com música ao vivo e amigos pra dar risada), não gosto de bebidas alcoólicas (exceto pelos drinques doces) e ainda não vou tirar minha carteira, então, haha. Brincadeiras à parte, é como já disse aqui no blog mesmo (neste post), minhas expectativas a respeito de ter adentrado a maioridade tem mais a ver com o que posso fazer por mim mesma, do quanto vou me esforçar para ter o que quero, do que com o que a lei permite que eu faça de agora em diante. 

Tatuagem
Sim, sim, sim, sim! Eu fiz minha primeira tatuagem. Cara, isso é tão incrível. Nunca na vida achei que teria coragem suficiente pra enfrentar as agulhas e fazer acontecer. A experiência foi demais a mais e me valeu cada segundo. Estava nervosa, tremendo, doida com a expectativa e no fim correu tudo melhor do que eu imaginava. A tatuadora com quem fiz foi super paciente e tanto o decalque quanto o resultado final foram dignos de aplauso. Já contei tudinho aqui no blog sobre esse momento tão legal (neste post).

Maquiné e suas cachoeiras
Uma das coisas que mais queria fazer, desde sempre, era tomar um banho de cachoeira em Maquiné - uma cidade que fica a três horas de Porto Alegre, onde moro. E eu fui! Passei uma semana em meio a um paraíso, onde não pega celular nem internet, as trilhas são rodeadas por árvores e o despertador é o canto dos passarinhos. Nem preciso dizer que foi maravilhoso, né? Se você quer saber mais, fiz um posto contando detalhes (basta clicar aqui).

Happy Holi
O festival mais colorido do mundo é realmente o festival mais colorido do mundo, haha. Nunca na vida fiquei tão arco íris (nem mesmo na guerra de tinta do trote do terceiro ano, viu?). Outro momento incrível! Muita música eletrônica, agitação, energia contagiante... Valeu cada segundo. Já contei pra vocês um pouquinho mais de como foi aqui.

Festival de fogos no Ano Novo
Ano passado, pela primeira vez, passei a virada longe da minha família, na praia. Passei cinco dias em Passo de Torres, uma praia que fica bem na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina e quebrei a cabeça tentando montar uma mala sem excessos, que comportasse o necessário (compartilhei o meu modo de fazer dar certo aqui e aqui). Assisti a um show de fogos de pertinho e passei a noite de Ano Novo dançando muito. Pulei as setes ondinhas e tomei muitos banhos de mar - quer coisa melhor? O melhor é que isso me proporcionou a chance de ficar mais tranquila antes de voltar a Porto e fazer o vestibular de novo.

Então, foi isso. Que 2015 traga ainda mais momentos maravilhosos! 

Um beijo enorme, 




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